Guebuza aproveitou apenas para tornar-se mais popular e mais distante da realidade do povo.
sábado, 19 de julho de 2008
Presidência aberta, afinal para que serve(?)
domingo, 29 de junho de 2008
OJM NO PODER MUDA PARA OTM
As recentes declarações do General Hama Thai ao semanário independente. Os jovens “…não se preocupam com a edificação de uma nação unida e desenvolvida ...preocupam-se mais com bebedeiras …”
Levam a pensar, profundamente nos jovens com os quais supostamente convive, sendo que em termos genéricos acredito seja a juventude partidária, o que levou-me a uma analise não comportamental dos jovens, pois o General já concluiu na sua analise e desabafou, facto que ninguém tem coragem para confrontar, com um desmentido por transparecer uma realidade fáctica e já dizem os sábios:
- “Contra factos não há argumentos”
- “Factos, são factos e por si só, … falam”
- ZANU-PF Youth League, Zimbábue (juventude do Zanu-PF)
- SWAPO Youth League, Namíbia (juventude do SWAPO)
- Juventude do PAICV (Cabo Verde)
- Umoja Wa Vijana, Tanzânia (juventude do Chama Cha Mapinduzi)
- United National Independent Party Youth League, Zâmbia (juventude do United National Independence Party)
O que talvez levou o General Hama Thai, minimizando sua linha de pensamento, a pensar que tais jovens talvez até mudassem o nome do partido para OTM (organização do trabalhadores moçambicanos), porque não? Se enquanto portadores de suas faculdades mentais e dotados de rico saber, fazem uso de uma denominação, genérica que a prior leva a concluir não ser seguidora de ideologia politico - partidária e ser substancialmente autónoma, seguidora de fins próprios e em beneficio da juventude moçambicana no seu todo sem distinção de cor partidária ou ideologia partidária ou seja ser uma organização de massas no seio da sociedade civil moçambicana.
A OJM, Induz em erro quanto a caracterização jurídica da pessoa em causa, pois trata-se de uma pessoa com vínculos partidários fortes, não goza de nenhum tipo de autonomia é fortemente dependente da mãe FRELIMO e rege-se pela lei de partidos.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
O PAÍS E AS CONVICÇÕES DE UM GENERAL
os jovens podem vender o país - General Hama Thai em entrevista ao "Magazine independente"
General Hama Thay, confirmou que o seu lugar não é no domínio da politica ou então saiu em defesa do sistema politico/partidário vigente num gesto de pura ignorância, pois pelo que temos vindo a assistir na nossa pátria libertada, contrariamente aos ditames constitucionais, os nossos políticos a começar pelo próprio chefe do estado, são os nossos maiores empresários e os políticos - empresários não são, larga maioria, jovens e são todos altas figuras do partido, tirando seus descendentes quer na linha recta quer colaterais que vão-se afirmando a custa e em defesa de interesses dos mais velhos.
1990 década da vitoria …
... futuro melhor …
Fim do espírito deixa andar …
Na saúde, na educação, economia, defesa e segurança, nos transportes, na habitação e obras públicas? Regredimos senhor general, antes da libertação estávamos melhor embora com direitos limitados.
Hoje, senhor General as latrinas do libertados, já não cheiram… porque as mesas estão vazias, não há alimentos.
domingo, 22 de junho de 2008
DIREITA EUROPEIA APROVA DIRECTIVA DE RETORNO
Deputado Moçambicano pela diaspora, continua no silêncio depois da direita europeia ter aprovado a famosa “directiva de retorno” a entrar em vigor em 2010 e que vem harmonizar a nivel da comunidade europeia, as regras para a detenção, repatriamento de imigrantes ilegais e a consequente, exclusão do espaço europeu por um periodo que pode chegar aos cinco anos.
De realçar que, a directiva de retorno, não poupa nem mesmo aos menores, pois também preve a sua expulsão, quando não acompanhados, numa clara violação da dignidade e direitos da criança.
No nosso país, sabe-se, existirem cidadãos europeus ilegais, não será caso para aplicação do princípio da reciprocidade, embora nunca tenha sido aplicado pelo governo moçambicano nas suas relações com países terceiros ?
sábado, 31 de maio de 2008
carta dos
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr «brincar» a rimar «aprender»). Em casa e ao ar livre - no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais.
Brincar só ao fim – de - semana: é pôr uma agenda no lugar do coração.
As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas.
A fórmula «primeiro, fazes os deveres, e depois brincas», tão do agrado dos pais, é proibida!
Só depois do brincar vem o trabalho.
3.As crianças têm o direito a unir brincar com aprender.
Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento.
Liga o que se sente com aquilo que se aprende.
Quem não brinca, falseia, ou finge.
Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!
4.As crianças têm o direito a não saber brincar.
Brincar é uma sabedoria que nunca se detém:
Inventa-se, descobre-se, deslinda-se, ou desvenda-se. Brincar é confiar:
No desconhecido, no que se brinca e com quem se brinca.
Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.
5.As crianças têm o direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.
Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar.
Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos e com o que entendam, por mais que não sejam objectos convencionados para brincar.
Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos a mais brinca-se de menos.
(e a arruma-los, de seguida, com um toque… pessoal).
Tem direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, os mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar.
Não há, por isso, brinquedos maus!
A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.
A infância nunca morre: apenas adormece.
E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais,
Que não há crianças se não houver brincar.
Eduardo Sá in Porto Editora
quinta-feira, 15 de maio de 2008
KHADAFI O NOVO PANAFICANISTA REVOLUCIONÁRIO OU REACIONÁRIO ?
Khadafi
domingo, 11 de maio de 2008
BASTANTE LAMENTÁVEL A POSIÇÃO DA POCURADORIA DA REPÚBLICA
Ouvidos os jornalistas, que demonstraram pelas suas capacidades no exercício da sua profissão, alias, o direito ao trabalho é um direito fundamental conjugado com a liberdade, de escolha de profissão – o que não deixa o jornalismo de investigação, desprotegido. Acrescento, ser também bastante crucial, no processo de amadurecimento das democracias, pelo seu papel relevante no relacionamento, governantes - povo.
Sr PGR, a constituição da Republica deve ser cumprida a letra, de modo a que não haja classes nem cores, pois ela própria já proíbe a estratificação e privilégios no seio da Republica, consubstanciando uma relação governantes (povo) governados, bastante clara pois transparece tenazmente, a legitimação dos governantes pelo povo, estabelecendo critérios bem claros e com sanções de cariz jurídico-penal, aos infractores que se aproveitem da ausência do poder de investigação do povo, para dele proveito tirarem.
O registo, em termos jurídicos, dá publicidade aos actos a ele, sujeitos, sendo um acto público, acessível a qualquer interessado, pelo que, não me parece que se tenha auscultado, por parte de vossa instituição, aos sujeitos com responsabilidade perante o povo, no caso sub judice. Sendo bastante, crucial, a mudança de atitude e critérios, por parte da vossa instituição, em respeito aos legitimadores do poder – pelo menos, que ausculte a srª primeira ministra da Republica, como declarante, por forma a tranquilizar o povo e demonstrar que a vossa instituição preze e rege-se nas suas actuações, pelo princípio da legalidade e tornar mais assente, no seio do povo, a confiança nas instituíções judiciais.

